Fight Club: The Home Game

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Todos já sabem que eu sou um fervoroso fã de jogos de tabuleiro, não só pela possibilidade de se por qualquer tema com um misto de mecânicas amarradas que podem fazer muita gente se divertir pela imersão proporcionada. É de notório que também a minha preocupação com a especulação exagerada e comercial que tem tomado o mercado que está sendo invadido por “adaptações” mascaradas sob a pele de títulos cinematográficos que tem assolado o mercado de jogos de tabuleiros.

Ao mesmo tempo em que isso acontece, cresce dentro de mim uma vontade muito grande de que isso realmente de certo e que seja visto por seus criadores e produtores com os mesmos olhos de um fã, pois é isso que define o público e ajuda a aumentar o número de aficionados pelo hobby.

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A Mondo Games acaba de anunciar mais um desses jogos inspirados em filmes, Fight Club: The Home Game, do desiner Luke Byers. Apesar de nova no mercado de board games, ela já uma velha conhecida no mercado de jogos digitais e materiais seguimentados para fãs de cinema,  televisão, quadrinhos e videogames, a editora tem se dedicado a esse mercado de jogos com inspirações cinematográficas, é o que mostra em seus outros dois títulos, Jurassic Park: The Chaos Gene (2018) e The Thing: Infection at Outpost 31 (2017), ambos aparentemente bem imersivos, com uma boa variação de mecânicas entre si, que deixa claro que não é simplesmente uma cópia de mecânicas que deu certo com uma troca de tema.

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Luke Byers, o cara por trás da editora Mondo Games, é de certa forma também considerado um novato no mercado de jogos de tabuleiro, por ter criado apenas Jurassic Park: The Chaos Gene (2018), mas mantendo a mesma coerência nesse novo jogo ao trazer mecânicas diferentes das já utilizadas nos outros jogos, além de se manter dentro do universo cult com seus fãs atemporais.

“Fight Club: The Home Game é um Deck Building competitivo para dois jogadores. Como The Narrator, você é um escravo de um instinto de autopreservação, de saber quando parar e continuar. Seu objetivo principal é coletar, ganhar e construir uma vida verdadeiramente completa. No entanto, você deve ignorar essa voz em sua cabeça, puxando-o na direção oposta, uma voz que é forte e carismática e que não vai deixar você descansar até chegar ao fundo. Mas com um pouco de apoio, um abraço reconfortante, um bom choro e talvez até mesmo uma sólida noite de sono, você pode ter o poder de parar todo o mal, desordem e sabão.”

Ao que se propõe, as expectativas são muito promissoras e tanto Fight Club: The Home Game quanto Jurassic Park: The Chaos Gene parecem que vão seguir os mesmo caminhos que The Thing: Infection at Outpost 31, que já conquistou uma boa nota entre os conhecedores trazendo além da imersão um bom um nível de complexidade. Ainda estamos sem maiores informações sobre Fight Club: The Home Game, sem fotos, ilustrações ou material de divulgação, mas ao que parece deve seguir os mesmos cuidados dedicados aos demais jogos da editora.

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